AVALIAÇÃO SOBRE OS IMPACTOS DO CORONAVÍRUS (COVID-19) NO AGRONEGÓCIO EM PONTA PORÃ – MS

Autores

  • Arcel Pierezan Faculdades Magsul – FAMAG
  • Antônio Teles Rodrigues Faculdades Magsul
  • Kelcilene Azambuja Martinez Faculdades Magsul
  • Ana Helaise Amadori Faculdades Magsul – FAMAG
  • Rodrigo Brito de Faria Faculdades Magsul – FAMAG

Palavras-chave:

Coronavírus, Restrições, Agronegócio

Resumo

O novo coronavírus foi recentemente descoberto, nesse contexto, há pouca informação relacionada aos setores afetados, em especial, aos impactos relacionados no agronegócio, portanto este trabalho objetivou-se em analisar os impactos gerados pelo Covid-19, avaliando as dificuldades relacionadas à produção e os riscos da oferta de alimentos, em especial na cidade de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. O experimento foi realizado na cidade de Ponta-Porã, Mato Grosso do Sul, localizada na região centro-oeste do Brasil, situada a cerca de 1.346 km de Brasília, capital do Brasil e 324 km de Campo Grande, utilizou-se dados quantitativos e qualitativos por meio de um questionário semiestruturado. A Fazenda Recanto do Curió demonstrou um maior crescimento na produção de soja nos últimos três anos, produzindo 57/ha-1 no ano de 2018, em 2019 60 sacas/hectare, já em 2020 61/ha, um crescimento de 7% nos últimos três anos. A Fazenda Recanto Boa Vista com 6,9% nos últimos três anos. A Fazenda Olho D’água produziu em 2018 cerca de 61 sacas/ha, curiosamente, apresentou uma queda na produção em 2019, com 59 sacas/ha, mesmo com a pandemia, voltou a ter um rendimento maior em 2020, 63 sacas de soja por hectare. Já para milho, a Fazenda Recanto do Curió apresentou um maior crescimento durante os últimos três anos, com 63 sacas por hectare em 2018, 68 sacas em 2019 e 70 sacas por hectare em 2020. Um crescimento de 11,1%. Já a Fazenda Olho D’água produziu 100 sacas/ha em 2018, 105 sacas em 2019 e em 2020 110, um acrescimento de 10% durante os últimos três anos. A Fazenda Recanto Boa Vista foi a única que não aumentou sua produção de milho durante os últimos dois anos, tendo produzido 83 sacas de milho por hectare em 2018, 85 sacas por hectare em 2019 e apenas 61 sacas por hectare em 2020. Não houve impactos negativos da pandemia gerados pelo coronavírus no setor agropecuário do Mato Grosso do Sul, em especial no munícipio de Ponta-Porã. Inclusive, é evidenciado que as fazendas avaliadas neste estudo aumentaram significativamente a sua produtividade durante a pandemia, não tendo sido necessário nenhum tipo de ajuda governamental. 

Biografia do Autor

Ana Helaise Amadori, Faculdades Magsul – FAMAG

Técnica Agrícola com habilitação em Zootecnia pelo Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-PR), Campus de Dois Vizinhos. Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), e mestre em Engenharia de Água e Solo pela Universidade Federal da Grande Dourados.

Lattes

Rodrigo Brito de Faria, Faculdades Magsul – FAMAG

Biólogo pela Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/Campus Universitário de Nova Xavantina. Possui estágio no Laboratório de Análises de Águas, genética com conhecimentos Mutagênese ambiental, genética toxicológica como bolsista por dois anos pelo (CNPQ) no laboratório de Genética (Mutagênese) com o bioteste SMART em asas de Drosophila melanogaster. Foi bolsista pelo Programa de Iniciação a Docência pela Universidade do Estado de Mato Grosso - Nova Xavantina Financiado pelo CAPES. Atuando na área de Biologia no ensino Médio e Ciências no ensino fundamental. Possui conhecimentos em Mirmecofauna. Estagiou no Instituto Nacional de Seguridade Social, APS São Félix do Araguaia -MT pelo Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, Foi coordenador do Departamento da Vigilância em Saúde na Secretaria Municipal de Saúde de São Félix do Araguaia - MT - subsetores como: Vigilância Ambiental, Vigilância Sanitária, Saúde do Trabalhador, Educação em Saúde, Sistema de Monitoramento de Obras (SISMOB), Vigilância Epidemiológica com pesquisas desenvolvidas na área de Tuberculose, Hanseníase e SIDA (Infectologia). Especialista em Gestão em Saúde pela UFMT. Mestre em Genética E Melhoramento de Plantas pela UNEMAT com experiência em sistemas de regeneração de novo in vitro e Biotecnologia em Recursos Genéticos. Atualmente cursa Medicina e é docente na IES MAGSUL vinculado aos cursos de Agronomia e Estética e Cosmética.

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Publicado

16-05-2022

Edição

Seção

Artigos